quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

miocardiopatias-Doença do músculo do coração

SEMINÁRIO DE DISFUNÇÕES CARDÍACAS NO AUDITÓRIO  DA FCECON
Especializandos: Bárbara Lira Bahia;Cássio  Murilo;Alessandro ;Marlene Farias; Fernanda Laborda;Manuel Santos.

Através de pesquisas em obras publicadas sobre o tema, pois as opiniões são diversificadas, busca-se uma maior consciência no sentido de compreender melhor as complicações existentes no funcionamento do coração no sentido de reverter eventos trágicos perante a sociedade, lançando mão de princípios científicos básicos.
Podemos dizer que, a miocardiopatia de uma forma geral é uma alteração no funcionamento do coração, mais o objetivo é sempre se aprofundar nos conhecimentos do corpo humano e buscar estudos por meio de artigos publicados e conhecer melhor cada alteração do miocárdio em estudo.
Então miocardiopatia é um distúrbio progressivo que altera a estrutura ou compromete a função da parede muscular das câmaras inferiores do coração (ventrículos). pode ser causada por muitas doenças conhecidas ou pode não ter uma causa identificável, mais precisamente podemos classificar elas como intrínseca e extrínseca como as duas principais.
Intrínseca é a fraqueza no músculo do coração que não está relacionada a uma causa externa identificável. Para fazer um diagnóstico de uma miocardiopatia intrínseca, doença das arterias coronárias devem ser descartadas. O termo miocardiopatia intrínseca não descreve a etiologia específica de músculo fraco do coração. Elas são um a mistura de doenças, cada uma com suas respectivas causas, dentre as causas principais podemos citar quatro tipos – miocardiopatia dilatada, hipertrófica, restritiva, Arritmogênica do ventrículo direito.
O termo miocardiopatia congestiva dilatada re-fere-se a um grupo de distúrbios cardíacos nos quais os ventrículos dilatam, mas são incapazes de bombear um volume de sangue suficiente que supra as demandas do organismo e acarretam a insuficiência cardíaca.
Miocardiopatia hipertrófica é um grupo de distúrbios cardíacos caracterizados pelo espessamento das paredes ventriculares. A miocardiopatia hipertrófica pode ser um defeito congênito.
Miocardiopatia restritiva é um grupo de dis-túrbios do miocárdio nos quais as paredes ventriculares enrijecem, mas não necessaria-mente apresentam espessamento, produzindo uma resistência ao enchimento normal com sangue entre os batimentos cardíacos.
Extrínseca são as miocardiopatias cuja patologia primária está fora do próprio miocárdio. A maioria das miocardiopatias são extrínsecas, porque sem dúvida a causa mais comum é isquemia.
Miocardiopatia isquêmica é uma fraqueza no músculo do coração devido a entrega de oxigênio inadequada para o miocárdio com a doença nas artérias coronárias sendo a causa mais comum. Como efeito imediato da isquemia miocárdica ventricular, registrado dentro de poucos segundos, é a perda da contratilidade miocárdica regional ou anulação da motilidade miocárdica, abaulamento regional na parede ventricular e até motilidade paradoxal da região isquêmica.
Então podemos dizer que o conhecimento adquirido mesmo que complexo sobre este assunto mostram-se úteis, pois a intuição de medidas terapêuticas efetivas favorece a evolução clinica e o prognóstico, visando que temos em mãos as complicações de cada alteração que somado com nossas técnicas e conhecimentos estaremos preservando a  saúde e o quadro geral do nosso paciente.




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