quinta-feira, 24 de outubro de 2013

A ação social realizada pelos alunos da Pós em Dermatofuncional do IAPES é destaque no Portal A Critica; 

Alunos da pós-graduação de Fisioterapia em Dermato-Funcional do Instituto Amazonense de Aprimoramento de Ensino em Saúde (Iapes) realizam, nos próximos dias 31 de outubro e 1º de novembro, atendimento fisioterapêutico gratuito às mulheres mastectomizadas em tratamento do câncer de mama na Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCecon). 
Além de aprimoramento dos profissionais fisioterapeutas, a ação visa oferecer de forma mais acessível às práticas fisioterapêuticas para as mulheres que sofrem com o câncer de mama ou que já passaram pelo procedimento de mastectomia, que é cirurgia de remoção completa da mama por conta desse tipo de câncer, segundo explica o diretor-presidente do Iapes, o fisioterapeuta doutor Daniel Xavier.

Ele destaca que o atendimento será das 8h às 14h e das 14h às 18h na FCecon. "Será uma troca de experiência para os alunos da pós-graduação e também para as mulheres, que por conta da escassez de profissionais na rede pública, não encontram esse tipo de atendimento com facilidade", disse.

O fisioterapeuta explica que a mulher submetida ao tratamento cirúrgico do câncer de mama terá que conviver com as mudanças de postura causadas pela retirada do seio, como dor e restrição ao movimentar o ombro, inchaço do braço (linfedema) e a falta de sensibilidade na parte superior e interna do braço.  Por isso, para elas, a fisioterapia é fundamental. “Após a cirurgia, a mulher passa a ter uma nova realidade de seu esquema corporal devido a importantes alterações que com freqüência são geradas pela dor, fraqueza muscular e modificação na imagem corporal. A fisioterapia ajuda a mulher a enfrentar as mudanças causadas pela retirada do seio”, disse.

De modo geral, Daniel Xavier explica que o fisioterapeuta desempenha um papel importante na prevenção de sequelas, fazendo parte integrante da equipe multidisciplinar no acompanhamento da recuperação destas mulheres. “Atualmente, a fisioterapia está incluída no planejamento da assistência para a reabilitação física no período pré e pós-operatório do câncer de mama”, afirmou.

A mastectomia radical modificada, principalmente acompanhada de radioterapia, pode determinar complicações físicas, imediatas ou tardias, tais como limitação da amplitude de movimento (ADM) do ombro e do cotovelo, linfedema, fraqueza muscular, infecção e dor, que colocam em risco o desempenho das atividades de vida diária e dos papéis da mulher mastectomizada. “Com a fisioterapia, as mulheres são orientadas quanto à postura que irão adquirir no pós-cirúrgico e a importância da aderência à reabilitação”, ressaltou.

Para Daniel, quanto mais precoce forem orientados os exercícios, mais rapidamente a mulher responderá ao tratamento. “A amplitude de movimentos deve ser alcançada no menor espaço de tempo possível, levando-se sempre em conta as dificuldades individuais de cada paciente”, disse.
Ele destaca que as pacientes submetidas ao tratamento fisioterápico diminuem seu tempo de recuperação e retornam mais rapidamente às suas atividades cotidianas, ocupacionais e desportivas, readquirindo amplitude em seus movimentos, força, boa postura, coordenação, autoestima e, principalmente, minimizando as possíveis complicações pós-operatórias e aumentando a qualidade de vida.  “A fisioterapia desempenha um papel fundamental nesta nova etapa da vida da mulher operada, pois além de significar um conjunto de possibilidades terapêuticas físicas passíveis de intervir desde a mais precoce recuperação funcional, até a profilaxia das seqüelas, além de diminuir o tempo de recuperação, com retorno mais rápido às atividades cotidianas e ocupacionais, colaborando com sua reintegração à sociedade, sem limitações funcionais”, afirmou.

Dados Amazonas
Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), no Amazonas, durante todo o ano de 2013, devem ser registrados 340 novos casos de câncer de mama, dos quais 290 só na capital. O câncer de mama é a maior causa de óbitos por câncer na população feminina no Brasil, principalmente na faixa etária entre 40 e 69 anos.

A retirada da mama pode ser uma das opções de tratamento para mulheres vítimas de câncer de mama. Depois do procedimento, começa uma nova etapa para a paciente: a de recuperação dos movimentos, que nessa fase, encontra a fisioterapia como principal aliada para garantir a qualidade de vida.
Fonte:
http://acritica.uol.com.br/vida/Fisioterapeutas-atendimento-gratuito-mastectomizadas-FCecon_0_1015698434.html
Fisioterapeutas oferecem atendimento grátis para mulheres mastectomizadas na FCecon

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO ISQUÊMICO


            JOSIANE COELHO SILVA DO NASCIMENTO


Para Chaves (2000) e Souza (s/d), AVE isquêmico é o resultado da falência vasogênica para suprir adequadamente o tecido cerebral de oxigênio e substratos, causada por obstrução parcial ou total de uma artéria ou por redução do fluxo de origem hemodinâmica, cuja consequência é uma perda de função do tecido isquêmico.
          Infartos extensos comprometendo todo o território da artéria cerebral média (ACM), com risco de vida, ocorrem em mais de 10% dos infartos cerebrais. Geralmente estão associados ao edema cerebral pós-isquêmico, aumento da pressão intracraniana (PIC), piora clínica, coma e morte (OLIVEIRA 2000).



          O AVE isquêmico pode ser temporário (episódio isquêmico transitório, EIT) ou permanente , e tem como principais fatores de risco a HAS, as cardiopatias e o diabetes mellitus (DM). Outras etiologias podem estar associadas, tais como coagulopatias, tumores, arterites inflamatórias e infecciosas (RADANOVIC 2000). Manifesta-se por perda repentina da força muscular e/ou da visão, dificuldade para falar, tonturas, formigamento em um dos lados do corpo, alterações de memória, dor de cabeça, náuseas e vômitos (MASTROCOLLA e COLS.2009). O rebaixamento no nível de consciência é um sinal clínico precoce, frequentemente com assimetria de pupilas e padrão ventilatório periódico com elevação e queda no volume e frequência respiratórios (OLIVEIRA 2000).



           O Acidente Vascular Cerebral (AVC) pode limitar de modo significativo o desempenho funcional de um indivíduo, trazendo consequências negativas e afetando aspectos motores, relações pessoais, familiares, sociais e, sobretudo, a qualidade de vida (CALIL E COLS. 2007). De acordo com Oliveira (2000), o AVE isquêmico pode ser diagnosticado através de achados clínicos e exames como: Tomografia computadorizada de crânio e Ressonância magnética.
          Segundo Oliveira (2000), algumas medidas importantes devem ser tomadas diante de um quadro grave de AVE isquêmico como: Posição da cabeça elevada de 15o a 30o naqueles casos de infarto extenso em que o mecanismo não seja por hipofluxo; nos casos de pacientes com rebaixamento do nível de consciência há necessidade de entubação endotraqueal e ventilação mecânica assistida; hipovolemia pode agravar a isquemia por hipotensão e deve ser evitada; distúrbios hidroeletrolíticos devem ser corrigidos; convulsões devem ser evitadas; a febre por aumentar o metabolismo cerebral, promover vasodilatação cerebral e agravar o edema, deve ser prevenida e combatida; a hiperglicemia deve ser evitada, pois a isquemia cerebral e o infarto são agravados por hiperglicemia, com progressão do edema cerebral e aumento da PIC.
  

BIBLIOGRAFIA

1- CALIL, Suleima Ramos; SANTOS, Talimãn Aparecido Bertelli Pinheiro dos; BRAGA, Douglas Martins; LABRONICI, Rita Helena Duarte Dias. Reabilitação por meio da dança: Uma proposta fisioterapêutica em pacientes com sequela de AVC. Rev. Neurociências 2007; 15/3:195-202 disponível em HTTP://www.unifesp.br acessado em 28/10/2012.
2- CHAVES, Márcia L.F, Acidente vascular encefálico: Conceituação e fatores de risco, Ver. Brasileira de Hipertenção 4:372-82,2000, disponível em HTTP://www.neurologico.com.br , acessado em 24/10/2012.
3- MASTROCOLLA, Luiz Eduardo; BAGNATORI, Renato Scotti e LIMA, Marcela Oliveira, AVC e infarto são mais comuns nos dias frios, Fleury Medicina e Saúde, 02/10/2009, Disponível em HTTP://www.fleury.com.br, acessado em 28/10/2012.
4- OLIVEIRA, Roberto de Magalhães Carneiro de, Acidente Vascular Cerebral isquêmico com efeito de massa. Ver. Neurociências 8(3):86-92 2000, disponível em HTTP://www.unifesp.br, acessado em 28/10/2012.
5- PINHEIRO, Pedro. AVC/Acidente vascular cerebral. MD Saúde 15 de janeiro de 2010 disponível em HTTP://www.mdsaude.com, acessado em 24/10/2012.
6-RADANOVIC, Márcia. Características do atendimento de pacientes com Acidente Vascular em Hospital Secundário, Arquivo Neuropsiquiatra 2000;58(1):99-106, disponível em HTTP://www.scielo.br, acessado em 28/10/2012
7- SOUZA, Sebastião Eurico de Melo. Acidente Vascular Cerebral Isquêmico, disponível em, HTTP://www.neurologico.br/ acessado em 24/10/2012.

Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica - DPOC


Juliana Maués

A Doença Pulmonar Obstrutiva crônica (DPOC) é definida como um conjunto de condições que se caracteriza pela presença de obstrução ou limitação crônica ao fluxo aéreo de progressão lenta, persistente e irreversível. A DPOC é a quarta principal causa de morte nos Estados Unidos da América excedida apenas por infarto, neoplasia e doenças cerebrovasculares. No Brasil estima-se que 5,5 milhões de pessoas sejam acometidas por DPOC, vem ocupando entre 4 e 7 posição entre as principais causas de morte  
O desenvolvimento ou agravamento da hiperinsuflação pulmonar dinâmica, com aprisionamento aéreo, consiste na principal alteração fisiopatológica na exacerbação da DPOC. Os principais mecanismos envolvidos são: aumento da Obstrução do fluxo aéreo (causada por inflamação, hipersecreção brônquica e broncoespasmo) acompanhado de redução da retração elástica pulmonar. Todos esses fatores resultam no prolongamento do tempo expiratório, ao mesmo tempo que se eleva a freqüência respiratória como resposta ao aumento da demanda ventilatória, encurtando-se o tempo para expiração. A hiperinsuflação também compromete a perfomance muscular respiratória, modificando a conformação geométrica das fibras musculares, reduzindo a curvatura diafragmática, além disso, nos pacientes com a doença mais avançada, pode haver diminuição direta da força muscular por uso crônico de corticosteróides e desnutrição. Nas exacerbações muito graves, pode haver diminuição da resposta do comando neural (drive) no centro respiratório à hipoxia e a hipercapnia, estas decorrentes do desequilíbrio ventilação/perfusão e de hipoventilação alveolar, agravando a acidose respiratória e a hipoxemia arterial. (III Consenso Brasileiro de Ventilação Mecânica,2007)



Programas estruturados e multidisciplinares de reabilitação pulmonar têm apresentado considerável impacto na qualidade de vida de pacientes com DPOC. Entre os objetivos de tais programas, destaca-se o aumento da tolerância ao exercício dinâmico, o qual associa-se, entre outros, com diminuição da dispnéia nas atividades cotidianas, redução do nível de dependência do paciente em relação aos cuidados médicos e atitude positiva frente a patologia (Neder e Colaboradores, 1997)
O treinamento muscular respiratório resulta na melhoria da função, e dessa maneira, diminuía o esforço da respiração, como consequência reduzindo a dispnéia. De forma similar ao treinamento muscular respiratório pode ser dividido em força e resistência (Neto e Amaral, 2003).

Alguns estudos tem investigado o papel da Ventilação não Invasiva durante o treinamento físico. Em especial o Bilevel pode favorecer o treinamento físico de pacientes com DPOC por atuar diminuindo a sobrecarga de trabalho da musculatura respiratória pelo suporte inspiratório e reduzir a PEEP por meio da aplicação constante do suporte expiratório. O VNI pode proporcionar efeitos de redução do trabalho respiratório, melhora das trocas gasosas e do padrão ventilatório, redução da dispnéia, aumento da oxigenação arterial, remoção do gás carbônico e melhora da tolerância ao exercícios físico nos pacientes com doenças obstrutivas crônicas e doenças restritivas (Borghi-Silva e Colaboradores, 2005).



A ventilação mecânica invasiva na DPOC está indicada nas exacerbações com hipoventilação alveolar, acidose e naquelas com hipoxemia grave não corrigida pela oferta de oxigênio suplementar. Os objetivos terapêuticos relacionados à VM na DPOC incluem: Promover o repouso muscular respiratório; minimizar a hiperinsuflação pulmonar, melhorar troca gasosa e, em especial garantir a ventilação alveolar, corrigindo a acidose respiratória (se presente); possibilitar a resolução da causa básica da exacerbação aguda; Possibilitar a aspiração de secreções traqueobrônquicas e Otimizar o tratamento da DPOC (III Consenso Brasileiro de Ventilação Mecânica, 2007).

Referências:
III Consenso Brasileiro de Ventilação Mecânica. 2007. Jornal Brasileiro Pneumologia. 2007;33 (Supl2); S 51-S.
Neder, Jose Alberto. Nery, Luiz Eduardo. Filha, Sonia. Ferreira, Ivone. Jardim, Jose. Reabilitação pulmonar: Fatores relacionados ao ganho aeróbio de pacientes com DPOC. Jornal Brasileiro de Pneumologia 23(3) – mai-junho de 1997.
Neto, Joao. Amaral, Ridailda. Reabilitação Pulmonar e qualidade de vida em pacientes com DPOC. Especialização em Fisiologia do Exercício – UNAMA, Belém v.4. n.1, p 3-5, out, 2003.
Borghi-Silva,A. Sampaio,L.M.M.Toledo,A Pincelli,M.P e Costa,D. Efeitos agudos da aplicação do BiPAP sobre a tolerância ao exercício físico em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). Rev. Brasileira de Fisioterapia. Vol 9, N. 3(2005), 273-280.


Insuficiência Respiratória Aguda


Sandro Oliveira

Segundo alguns autores, insuficiência respiratória aguda defini-se, como uma impossibilidade do sistema respiratório em atender aos seus objetivos primordiais, que são a manutenção da oxigenação e/ou ventilação do paciente. Como consequência desta anormalidade o sangue que flui pelas veias pulmonares não é suficientemente oxigenado, assim como o dióxido de carbono não é adequadamente eliminado. A insuficiência respiratória aguda é uma das principais causas de internamento em unidades de terapia intensiva, sendo também responsável pelo elevado período de internações, apresentando morbimortalidade elevadas.( Anais do XXXIV Congresso Brasileiro de Pneumologia e Tisiologia 2008).
Conforme os autores, Pinheiros e Oliveira, a Insuficiência Respiratória Aguda definece como a incapacidade do sistema respiratório, agudamente desenvolvida, em desempenha sua função normal, ou seja, deixando de  realizar o consumo de oxigênio no organismo,  e retendo o gás carbônico o no sangue.

A definição de IRpA esta relacionada à capacidade de manter níveis adequados de oxigênio e gás carbônico, foram estabelecidas fatores primordiais para o diagnostico, como pontos na gasometria arterial.


Em pacientes respirando ar ambiente, definimos na gasometria IRpA no seguinte fator:
·         PaO2 <60 a="a" associado="associado" mmhg="mmhg" n="n" nbsp="nbsp" o="o" ou="ou" span="span" spo2="spo2">PaCO2 >50 mmHg (exceto para pacientes retentores crônicos de gás carbônico). A Insuficiência Respiratória Aguda ocorre quando há comprometimento em um ou mais mecanismos responsáveis pelas rocas gasosas, ou seja, quando há hipoventilção, alteração na difusão ou na relação ventilação-perfusão. (OLIVEIRA; Julio,2000).

O autor vem abordando que, a Insuficiência Respiratória Aguda (IRpA) não é uma doença, mas um distúrbio da função que pode ser causado por diversos fatores. É uma das causas mais comuns de internação em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e está associada a distúrbios de O2 e CO2 entre o sangue nos capilares pulmonares e o gás nos alvéolos refletindo na Pressão de oxigênio (PO2) e na Pressão de dióxido de carbono (PCO2) (WYNGAARD; SMITH, 1993).

Knobel (1999) diz que a Insuficiência Respiratória Aguda é definida como uma incapacidade do sistema respiratório em manter a arterializarão do sangue venoso que chega aos pulmões, devido a um distúrbio na ventilação – perfusão.
As causas da IrpA podem ser tóxicas: depressão do sistema nervoso central (SNC); por fraqueza dos músculos ventilatórios que ocorre no botulismo, com o uso de praguicidas, de relaxantes musculares, estricnina, em picadas de ofídios; devido a Síndrome de Angústia Respiratória Aguda (SARA); edema pulmonar; aspiração pulmonar; inalação de fumaça. E as causas não tóxicas, que são: asma brônquica; bronquiectasia; edema pulmonar (não tóxico); trauma torácico; pneumonia; embolia pulmonar; obstrução das vias aéreas superiores; poliomielite; polineurite (QUANTO, 2003).


Sengndo WYNGAARDEN; SMITH, A fisiopatologia da troca anormal possui alguns mecanismos: Hipoventilção (quando a PaO2 está acima de 50 mmHg); anormalidades na difusão (causando hipóxia cerebral em pacientes extremamente graves); desequilíbrio ventilação-perfusão (principal causa de hipóxia arterial); derivações da direita para a esquerda (quando há comunicações anormais entre os pulmões e ou pela perfusão de unidades anatômicas não ventiladas); e hipercapnia (excesso de dióxido de carbono na corrente sanguínea).

Referências Bibliográficas

GOMES, Tereza Rachel Vieira, INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA AGUDA: UMA PROPOSTA PARA A ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NA UTI.2003

PINHEIRO; Bruno do Vale/ OLIVEIRA; Julio Cesar, IRpA Disponiel em:< www.pneumoatual.com.br>. Acessado em: 20/10/2012

NETO, Kenard Da Silva Martins; DOS SANTOS, Diego Muniz; JÚNIOR, Antônio Coêlho Galvão; DA SILVA, Ana Lívia Muniz; RODRIGUES, Taciana Gabrielle Pinheiro De Moura; SILVA, Thiago Teixeira; FREIRE, Maxweyd Rodrigues; SILVA, Felipe De Carvalho, PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DA INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA AGUDA, NO PERIODO DE 2004 A 2007, NO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PRESIDENTE DUTRA, SÃO LUIS-MA, UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO, SÃO LUÍS, MA, BRASIL;