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sexta-feira, 8 de março de 2013
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO ISQUÊMICO
JOSIANE COELHO SILVA DO NASCIMENTO
Para
Chaves (2000) e Souza (s/d), AVE isquêmico é o resultado da falência vasogênica
para suprir adequadamente o tecido cerebral de oxigênio e substratos, causada
por obstrução parcial ou total de uma artéria ou por redução do fluxo de origem
hemodinâmica, cuja consequência é uma perda de função do tecido isquêmico.
Infartos extensos comprometendo todo o
território da artéria cerebral média (ACM), com risco de vida, ocorrem em mais
de 10% dos infartos cerebrais. Geralmente estão associados ao edema cerebral
pós-isquêmico, aumento da pressão intracraniana (PIC), piora clínica, coma e
morte (OLIVEIRA 2000).
O AVE isquêmico pode ser temporário
(episódio isquêmico transitório, EIT) ou permanente , e tem como principais
fatores de risco a HAS, as cardiopatias e o diabetes mellitus (DM). Outras
etiologias podem estar associadas, tais como coagulopatias, tumores, arterites inflamatórias
e infecciosas (RADANOVIC 2000). Manifesta-se por
perda repentina da força muscular e/ou da visão, dificuldade para falar,
tonturas, formigamento em um dos lados do corpo, alterações de memória, dor de
cabeça, náuseas e vômitos (MASTROCOLLA e COLS.2009). O rebaixamento no
nível de consciência é um sinal clínico precoce, frequentemente com assimetria
de pupilas e padrão ventilatório periódico com elevação e queda no volume e frequência
respiratórios (OLIVEIRA 2000).
O Acidente
Vascular Cerebral (AVC) pode limitar de modo significativo o desempenho
funcional de um indivíduo, trazendo consequências negativas e afetando aspectos
motores, relações pessoais, familiares, sociais e, sobretudo, a qualidade de
vida (CALIL E COLS. 2007). De acordo com Oliveira (2000), o AVE isquêmico pode
ser diagnosticado através de achados clínicos e exames como: Tomografia
computadorizada de crânio e Ressonância magnética.
Segundo Oliveira (2000), algumas medidas
importantes devem ser tomadas diante de um quadro grave de AVE isquêmico como:
Posição da cabeça elevada
de 15o a 30o naqueles casos de infarto extenso em que o mecanismo não seja por
hipofluxo; nos casos de pacientes
com rebaixamento do nível de consciência há necessidade de entubação
endotraqueal e ventilação mecânica assistida; hipovolemia pode agravar a
isquemia por hipotensão e deve ser evitada; distúrbios hidroeletrolíticos devem ser corrigidos; convulsões devem ser evitadas; a
febre por aumentar o metabolismo cerebral, promover vasodilatação cerebral e
agravar o edema, deve ser prevenida e combatida; a hiperglicemia deve ser
evitada, pois a isquemia cerebral e o infarto são agravados por hiperglicemia,
com progressão do edema cerebral e aumento da PIC.
BIBLIOGRAFIA
1- CALIL, Suleima Ramos; SANTOS, Talimãn Aparecido Bertelli Pinheiro
dos; BRAGA, Douglas Martins; LABRONICI, Rita Helena Duarte Dias. Reabilitação
por meio da dança: Uma proposta fisioterapêutica em pacientes com sequela de
AVC. Rev. Neurociências 2007; 15/3:195-202 disponível em HTTP://www.unifesp.br acessado em 28/10/2012.
2- CHAVES, Márcia L.F, Acidente vascular encefálico: Conceituação e
fatores de risco, Ver. Brasileira de Hipertenção 4:372-82,2000, disponível em HTTP://www.neurologico.com.br , acessado em 24/10/2012.
3- MASTROCOLLA, Luiz Eduardo; BAGNATORI, Renato Scotti e LIMA, Marcela
Oliveira, AVC e infarto são mais comuns nos dias frios, Fleury Medicina e
Saúde, 02/10/2009, Disponível em HTTP://www.fleury.com.br, acessado em 28/10/2012.
4- OLIVEIRA, Roberto de Magalhães Carneiro de, Acidente Vascular
Cerebral isquêmico com efeito de massa. Ver. Neurociências 8(3):86-92 2000,
disponível em HTTP://www.unifesp.br, acessado em 28/10/2012.
5- PINHEIRO, Pedro. AVC/Acidente vascular cerebral. MD Saúde 15 de
janeiro de 2010 disponível em HTTP://www.mdsaude.com, acessado em 24/10/2012.
6-RADANOVIC, Márcia. Características do atendimento de pacientes com
Acidente Vascular em Hospital Secundário, Arquivo Neuropsiquiatra
2000;58(1):99-106, disponível em HTTP://www.scielo.br, acessado em 28/10/2012
7- SOUZA, Sebastião Eurico de Melo. Acidente Vascular Cerebral
Isquêmico, disponível em, HTTP://www.neurologico.br/ acessado em 24/10/2012.
Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica - DPOC
Juliana Maués
A
Doença Pulmonar Obstrutiva crônica (DPOC) é definida como um conjunto de
condições que se caracteriza pela presença de obstrução ou limitação crônica ao
fluxo aéreo de progressão lenta, persistente e irreversível. A DPOC é a quarta
principal causa de morte nos Estados Unidos da América excedida apenas por
infarto, neoplasia e doenças cerebrovasculares. No Brasil estima-se que 5,5
milhões de pessoas sejam acometidas por DPOC, vem ocupando entre 4 e 7 posição
entre as principais causas de morte
O
desenvolvimento ou agravamento da hiperinsuflação pulmonar dinâmica, com
aprisionamento aéreo, consiste na principal alteração fisiopatológica na
exacerbação da DPOC. Os principais mecanismos envolvidos são: aumento da Obstrução
do fluxo aéreo (causada por inflamação, hipersecreção brônquica e
broncoespasmo) acompanhado de redução da retração elástica pulmonar. Todos
esses fatores resultam no prolongamento do tempo expiratório, ao mesmo tempo
que se eleva a freqüência respiratória como resposta ao aumento da demanda
ventilatória, encurtando-se o tempo para expiração. A hiperinsuflação também
compromete a perfomance muscular respiratória, modificando a conformação
geométrica das fibras musculares, reduzindo a curvatura diafragmática, além
disso, nos pacientes com a doença mais avançada, pode haver diminuição direta
da força muscular por uso crônico de corticosteróides e desnutrição. Nas
exacerbações muito graves, pode haver diminuição da resposta do comando neural
(drive) no centro respiratório à
hipoxia e a hipercapnia, estas decorrentes do desequilíbrio ventilação/perfusão
e de hipoventilação alveolar, agravando a acidose respiratória e a hipoxemia
arterial. (III Consenso Brasileiro de Ventilação Mecânica,2007)
Programas
estruturados e multidisciplinares de reabilitação pulmonar têm apresentado
considerável impacto na qualidade de vida de pacientes com DPOC. Entre os
objetivos de tais programas, destaca-se o aumento da tolerância ao exercício
dinâmico, o qual associa-se, entre outros, com diminuição da dispnéia nas
atividades cotidianas, redução do nível de dependência do paciente em relação
aos cuidados médicos e atitude positiva frente a patologia (Neder e
Colaboradores, 1997)
O
treinamento muscular respiratório resulta na melhoria da função, e dessa
maneira, diminuía o esforço da respiração, como consequência reduzindo a
dispnéia. De forma similar ao treinamento muscular respiratório pode ser dividido
em força e resistência (Neto e Amaral, 2003).
Alguns
estudos tem investigado o papel da Ventilação não Invasiva durante o
treinamento físico. Em especial o Bilevel pode favorecer o treinamento físico
de pacientes com DPOC por atuar diminuindo a sobrecarga de trabalho da
musculatura respiratória pelo suporte inspiratório e reduzir a PEEP por meio da
aplicação constante do suporte expiratório. O VNI pode proporcionar efeitos de
redução do trabalho respiratório, melhora das trocas gasosas e do padrão
ventilatório, redução da dispnéia, aumento da oxigenação arterial, remoção do
gás carbônico e melhora da tolerância ao exercícios físico nos pacientes com
doenças obstrutivas crônicas e doenças restritivas (Borghi-Silva e
Colaboradores, 2005).
A
ventilação mecânica invasiva na DPOC está indicada nas exacerbações com
hipoventilação alveolar, acidose e naquelas com hipoxemia grave não corrigida
pela oferta de oxigênio suplementar. Os objetivos terapêuticos relacionados à
VM na DPOC incluem: Promover o repouso muscular respiratório; minimizar a
hiperinsuflação pulmonar, melhorar troca gasosa e, em especial garantir a
ventilação alveolar, corrigindo a acidose respiratória (se presente);
possibilitar a resolução da causa básica da exacerbação aguda; Possibilitar a
aspiração de secreções traqueobrônquicas e Otimizar o tratamento da DPOC (III Consenso
Brasileiro de Ventilação Mecânica, 2007).
Referências:
III Consenso Brasileiro
de Ventilação Mecânica. 2007. Jornal Brasileiro Pneumologia. 2007;33 (Supl2); S
51-S.
Neder, Jose Alberto.
Nery, Luiz Eduardo. Filha, Sonia. Ferreira, Ivone. Jardim, Jose. Reabilitação
pulmonar: Fatores relacionados ao ganho aeróbio de pacientes com DPOC. Jornal
Brasileiro de Pneumologia 23(3) – mai-junho de 1997.
Neto, Joao. Amaral,
Ridailda. Reabilitação Pulmonar e qualidade de vida em pacientes com DPOC.
Especialização em Fisiologia do Exercício – UNAMA, Belém v.4. n.1, p 3-5, out,
2003.
Borghi-Silva,A.
Sampaio,L.M.M.Toledo,A Pincelli,M.P e Costa,D. Efeitos agudos da aplicação do
BiPAP sobre a tolerância ao exercício físico em pacientes com doença pulmonar
obstrutiva crônica (DPOC). Rev. Brasileira de Fisioterapia. Vol 9, N. 3(2005),
273-280.
Insuficiência Respiratória Aguda
Sandro Oliveira
Segundo
alguns autores, insuficiência respiratória aguda defini-se, como uma
impossibilidade do sistema respiratório em atender aos seus objetivos primordiais,
que são a manutenção da oxigenação e/ou ventilação do paciente. Como consequência
desta anormalidade o sangue que flui pelas veias pulmonares não é
suficientemente oxigenado, assim como o dióxido de carbono não é adequadamente
eliminado. A insuficiência respiratória aguda é uma das principais causas de
internamento em unidades de terapia intensiva, sendo também responsável pelo
elevado período de internações, apresentando morbimortalidade elevadas.( Anais
do XXXIV Congresso Brasileiro de Pneumologia e Tisiologia 2008).
Conforme os autores, Pinheiros e Oliveira, a Insuficiência
Respiratória Aguda definece como a incapacidade do sistema respiratório,
agudamente desenvolvida, em desempenha sua função normal, ou seja, deixando de realizar o consumo de oxigênio no
organismo, e retendo o gás carbônico o
no sangue.
A definição de IRpA esta relacionada à capacidade de
manter níveis adequados de oxigênio e gás carbônico, foram estabelecidas
fatores primordiais para o diagnostico, como pontos na gasometria arterial.
Em
pacientes respirando ar ambiente, definimos na gasometria IRpA no seguinte
fator:
·
PaO2 <60 a="a" associado="associado" mmhg="mmhg" n="n" nbsp="nbsp" o="o" ou="ou" span="span" spo2="spo2">PaCO2 >50 mmHg (exceto para pacientes
retentores crônicos de gás carbônico). A Insuficiência
Respiratória Aguda ocorre quando há comprometimento em um ou mais mecanismos
responsáveis pelas rocas gasosas, ou seja, quando há hipoventilção, alteração
na difusão ou na relação ventilação-perfusão. (OLIVEIRA; Julio,2000).60>
O autor vem abordando que, a Insuficiência Respiratória
Aguda (IRpA) não é uma doença, mas um distúrbio da função que pode ser causado
por diversos fatores. É uma das causas mais comuns de internação em Unidade de
Terapia Intensiva (UTI) e está associada a distúrbios de O2 e CO2 entre o
sangue nos capilares pulmonares e o gás nos alvéolos refletindo na Pressão de
oxigênio (PO2) e na Pressão de dióxido de carbono (PCO2) (WYNGAARD; SMITH,
1993).
Knobel (1999) diz que a Insuficiência Respiratória Aguda
é definida como uma incapacidade do sistema respiratório em manter a arterializarão
do sangue venoso que chega aos pulmões, devido a um distúrbio na ventilação –
perfusão.
As
causas da IrpA podem ser tóxicas: depressão do sistema nervoso central (SNC);
por fraqueza dos músculos ventilatórios que ocorre no botulismo, com o uso de
praguicidas, de relaxantes musculares, estricnina, em picadas de ofídios;
devido a Síndrome de Angústia Respiratória Aguda (SARA); edema pulmonar;
aspiração pulmonar; inalação de fumaça. E as causas não tóxicas, que são: asma
brônquica; bronquiectasia; edema pulmonar (não tóxico); trauma torácico;
pneumonia; embolia pulmonar; obstrução das vias aéreas superiores; poliomielite;
polineurite (QUANTO, 2003).
Sengndo WYNGAARDEN; SMITH, A fisiopatologia da troca
anormal possui alguns mecanismos: Hipoventilção (quando a PaO2 está acima de 50
mmHg); anormalidades na difusão (causando hipóxia cerebral em pacientes
extremamente graves); desequilíbrio ventilação-perfusão (principal causa de
hipóxia arterial); derivações da direita para a esquerda (quando há
comunicações anormais entre os pulmões e ou pela perfusão de unidades
anatômicas não ventiladas); e hipercapnia (excesso de dióxido de carbono na
corrente sanguínea).
Referências Bibliográficas
GOMES, Tereza Rachel
Vieira, INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA AGUDA: UMA PROPOSTA PARA A ASSISTÊNCIA DE
ENFERMAGEM NA UTI.2003
PINHEIRO; Bruno do Vale/ OLIVEIRA; Julio
Cesar, IRpA Disponiel em:< www.pneumoatual.com.br>. Acessado em: 20/10/2012
NETO,
Kenard Da Silva Martins; DOS SANTOS, Diego Muniz; JÚNIOR, Antônio Coêlho
Galvão; DA SILVA, Ana Lívia Muniz; RODRIGUES, Taciana Gabrielle Pinheiro De
Moura; SILVA, Thiago Teixeira; FREIRE, Maxweyd Rodrigues; SILVA, Felipe De
Carvalho, PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DA
INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA AGUDA, NO PERIODO DE 2004 A 2007, NO HOSPITAL
UNIVERSITÁRIO PRESIDENTE DUTRA, SÃO LUIS-MA, UNIVERSIDADE FEDERAL DO
MARANHÃO, SÃO LUÍS, MA, BRASIL;
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica - DPOC
Pós-Graduanda: Juliana Cabral Maués
A Doença Pulmonar Obstrutiva crônica (DPOC) é definida como um conjunto de condições que se caracteriza pela presença de obstrução ou limitação crônica ao fluxo aéreo de progressão lenta, persistente e irreversível. A DPOC é a quarta principal causa de morte nos Estados Unidos da América excedida apenas por infarto, neoplasia e doenças cerebrovasculares. No Brasil estima-se que 5,5 milhões de pessoas sejam acometidas por DPOC, vem ocupando entre 4 e 7 posição entre as principais causas de morte
O desenvolvimento ou agravamento da hiperinsuflação pulmonar dinâmica, com aprisionamento aéreo, consiste na principal alteração fisiopatológica na exacerbação da DPOC.
Os principais mecanismos envolvidos são: aumento da Obstrução do fluxo aéreo (causada por inflamação, hipersecreção brônquica e broncoespasmo) acompanhado de redução da retração elástica pulmonar. Todos esses fatores resultam no prolongamento do tempo expiratório, ao mesmo tempo que se eleva a freqüência respiratória como resposta ao aumento da demanda ventilatória, encurtando-se o tempo para expiração. A hiperinsuflação também compromete a perfomance muscular respiratória, modificando a conformação geométrica das fibras musculares, reduzindo a curvatura diafragmática, além disso, nos pacientes com a doença mais avançada, pode haver diminuição direta da força muscular por uso crônico de corticosteróides e desnutrição. Nas exacerbações muito graves, pode haver diminuição da resposta do comando neural (drive) no centro respiratório à hipoxia e a hipercapnia, estas decorrentes do desequilíbrio ventilação/perfusão e de hipoventilação alveolar, agravando a acidose respiratória e a hipoxemia arterial. (III Consenso Brasileiro de Ventilação Mecânica,2007).
Programas estruturados e multidisciplinares de reabilitação pulmonar têm apresentado considerável impacto na qualidade de vida de pacientes com DPOC. Entre os objetivos de tais programas, destaca-se o aumento da tolerância ao exercício dinâmico, o qual associa-se, entre outros, com diminuição da dispnéia nas atividades cotidianas, redução do nível de dependência do paciente em relação aos cuidados médicos e atitude positiva frente a patologia (Neder e Colaboradores, 1997).
O treinamento muscular respiratório resulta na melhoria da função, e dessa maneira, diminuía o esforço da respiração, como consequência reduzindo a dispnéia. De forma similar ao treinamento muscular respiratório pode ser dividido em força e resistência (Neto e Amaral, 2003).
Alguns estudos tem investigado o papel da Ventilação não Invasiva durante o treinamento físico. Em especial o Bilevel pode favorecer o treinamento físico de pacientes com DPOC por atuar diminuindo a sobrecarga de trabalho da musculatura respiratória pelo suporte inspiratório e reduzir a PEEP por meio da aplicação constante do suporte expiratório.
O VNI pode proporcionar efeitos de redução do trabalho respiratório, melhora das trocas gasosas e do padrão ventilatório, redução da dispnéia, aumento da oxigenação arterial, remoção do gás carbônico e melhora da tolerância ao exercícios físico nos pacientes com doenças obstrutivas crônicas e doenças restritivas (Borghi-Silva e Colaboradores, 2005).
A ventilação mecânica invasiva na DPOC está indicada nas exacerbações com hipoventilação alveolar, acidose e naquelas com hipoxemia grave não corrigida pela oferta de oxigênio suplementar. Os objetivos terapêuticos relacionados à VM na DPOC incluem: Promover o repouso muscular respiratório; minimizar a hiperinsuflação pulmonar, melhorar troca gasosa e, em especial garantir a ventilação alveolar, corrigindo a acidose respiratória (se presente); possibilitar a resolução da causa básica da exacerbação aguda; Possibilitar a aspiração de secreções traqueobrônquicas e Otimizar o tratamento da DPOC (III Consenso Brasileiro de Ventilação Mecânica, 2007).
Referências:
III Consenso Brasileiro de Ventilação Mecânica. 2007. Jornal Brasileiro Pneumologia. 2007;33 (Supl2); S 51-S.
Neder, Jose Alberto. Nery, Luiz Eduardo. Filha, Sonia. Ferreira, Ivone. Jardim, Jose. Reabilitação pulmonar: Fatores relacionados ao ganho aeróbio de pacientes com DPOC. Jornal Brasileiro de Pneumologia 23(3) – mai-junho de 1997.
Neto, Joao. Amaral, Ridailda. Reabilitação Pulmonar e qualidade de vida em pacientes com DPOC. Especialização em Fisiologia do Exercício – UNAMA, Belém v.4. n.1, p 3-5, out, 2003.
Borghi-Silva,A. Sampaio,L.M.M.Toledo,A Pincelli,M.P e Costa,D. Efeitos agudos da aplicação do BiPAP sobre a tolerância ao exercício físico em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). Rev. Brasileira de Fisioterapia. Vol 9, N. 3(2005), 273-280.
terça-feira, 25 de setembro de 2012
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